Eu sou a bomba do mundo, é isso que eu penso enquanto deito para mais um pesadelo. Os cachorros e gatos estão brigando o tempo todo, como aqueles dois povos lá longe. Bem, não quero saber sobre tudo, o tudo não me importa. Quero apenas um vasilha cheia de conhecimento. Queria também apagar todos os sentimentos "rotineiros", apenas deixar os imutáveis. Aqueles que fazem a gente perder totalmente a vergonha ou noção de certas coisas. Como por exemplo, levar flores numa segunda feira chuvosa, ou numa sexta, ou sei lá, tanto faz, o dia não é importante. Mas e o que importa de verdade?
Tomo o terceiro remédio, e o sono ainda não vem. Ou talvez o medo não faça com que o sonho venha. Fico aqui, mexendo em meus livros e escritos particulares. São tudo lixo, menos os livros que são dos melhores. Bukowski, Kerouac, Pessoa e tudo mais. MEus escritos me dão ansia de vômito muito das vezes. Não por serem ruim em sua totalidade. Mas os sentimentos que eles me fazem ter é algo que NUNCA conseguirei descrever.
Fico lembrando do meu passado, do sorriso e das risadas em frente a igreja. Nossa, aquilo não era um inferno pra mim. Mesmo sendo ateu, me sentia bem. Afinal, seu sorriso era impagável. Lembro de um monte de coisa, e hoje só me resta lembrar mesmo.
Pego no sono, e o pesadelo pega em mim. Essa é a minha tortura diária.
Isso aqui é o meu diário. Se ficar ofendida(o) com o que ler, não posso fazer nada. Sâo meus pensamentos e você pode começar a me odiar daqui pra frente! (Se é que já não me odeia)
sábado, 24 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Uma realidade que se mistura com um sonho que se mistura com um balde de merda!
Uma criança gritava. E eu ignorava no meu belo sono. Não morava com nenhuma criança. Então: Foda-se! Mas eis que ela entra no meu quarto chamando-me de papai e gritando mamãe. Olhei para o meu lado e lá estava a "mamãe". Bem, aquilo me assustou pra caralho. Meu braço estava cheio de tatuagens e tudo mais. E a mamãe era linda. Nossa! Já tinha passeado com ela algumas vezes, mas não me lembr de ter perdido tanta coisa.
A criança se sentou no nosso meio.
- Mamãe, canta uma canção para eu dormir? Estou com medo!
Porra, isso era tão cliche, mas tão lindo que me comoveu.
- Só se o seu pai deixar. Ele não costuma gostar de música para dormir.
- Pode, papai?
-Claro, foi o que eu respondi.
E a mamãe me beijo. Foi um beijo de total amor e felicidade. Com tesão e todas as coisas que cabem em um único beijo.
E como se estivesse uma pequena caixa de som dentro da boca dela, ela comçou a cantar Belchior. PORRA, poucas pessoas sabem desse meu gosto. E ela cantava para a criança que adormecia. E eu ficava encantado com aquilo. Mas ao mesmo tempo me transtornou. Que diabos está acontecendo aqui?
Como me casei?
Como tive filha?
Como estou aqui, vivo ainda?
O que diabos anda acontecendo aqui? QUE DIABOS???
Fui para a cozinha, a mulher ficou sem entender. Mas fui.
Procurei um cigarro, e nada. Nem isqueiro, nem nada. Será que eu não fumo mais? Procurei alguma dose de algo bem forte para acordar. Advinha? Nada novamente. Porra,QUE DIABOS ESTÀ ACONTECENDO AQUI?
A mulher chega perto de mim, com um pijama ENLOUQUECEDOR!
- O que houve contigo? Ela perguntou.
- Nada, nada mesmo.
- Você está estranho.
- É a falta de sono, só isso.
- Mas você não sofre de insônia.
- Bem, não mais, sei lá. Não me lembro de muita coisa.
- Vamos dormir, talvez amanhã você melhore.
Concordei, e fui dormir. Antes, fizemos um bom sexo no sofá. Coisa de filme pornográfico. Rolando de tudo. Muito sinistro. E depois dormimos.
Acordei e... queria que aquilo tudo fosse real. Mas não era. Apenas fiquei com meus cigarros, cervejas e alguns canudos velhos. É, a vida real muitas vezes é um balde de merda.
A criança se sentou no nosso meio.
- Mamãe, canta uma canção para eu dormir? Estou com medo!
Porra, isso era tão cliche, mas tão lindo que me comoveu.
- Só se o seu pai deixar. Ele não costuma gostar de música para dormir.
- Pode, papai?
-Claro, foi o que eu respondi.
E a mamãe me beijo. Foi um beijo de total amor e felicidade. Com tesão e todas as coisas que cabem em um único beijo.
E como se estivesse uma pequena caixa de som dentro da boca dela, ela comçou a cantar Belchior. PORRA, poucas pessoas sabem desse meu gosto. E ela cantava para a criança que adormecia. E eu ficava encantado com aquilo. Mas ao mesmo tempo me transtornou. Que diabos está acontecendo aqui?
Como me casei?
Como tive filha?
Como estou aqui, vivo ainda?
O que diabos anda acontecendo aqui? QUE DIABOS???
Fui para a cozinha, a mulher ficou sem entender. Mas fui.
Procurei um cigarro, e nada. Nem isqueiro, nem nada. Será que eu não fumo mais? Procurei alguma dose de algo bem forte para acordar. Advinha? Nada novamente. Porra,QUE DIABOS ESTÀ ACONTECENDO AQUI?
A mulher chega perto de mim, com um pijama ENLOUQUECEDOR!
- O que houve contigo? Ela perguntou.
- Nada, nada mesmo.
- Você está estranho.
- É a falta de sono, só isso.
- Mas você não sofre de insônia.
- Bem, não mais, sei lá. Não me lembro de muita coisa.
- Vamos dormir, talvez amanhã você melhore.
Concordei, e fui dormir. Antes, fizemos um bom sexo no sofá. Coisa de filme pornográfico. Rolando de tudo. Muito sinistro. E depois dormimos.
Acordei e... queria que aquilo tudo fosse real. Mas não era. Apenas fiquei com meus cigarros, cervejas e alguns canudos velhos. É, a vida real muitas vezes é um balde de merda.
Assinar:
Postagens (Atom)