quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Simplesmente deixando.

Eu estava apenas tentando me alimentar de alguma coisa que não fosse podre, fétido e asquerosa. Estava tentando não beber apenas mijo de cana. Estava tentando ver a luz. E a luz, amigo, é algo bem mais difícil que se possa imaginar.
Primeira passo para luz é ter um amor. E se você tem um amor, e já esteve com ele em algum momento da sua vida. Se considere um idiota. Se considerando um idiota, você já está indo pelo caminho certo. Mas querer ver a luz, também envolve estar bem consigo mesmo. Deixar de se auto-destruir. Sim, eu sei que isso é meio viciante. Eu mesmo sou totalmente viciado em me auto-destruir. Sentir pena de si próprio é um gozo, não? Mas foda-se. Deixe tudo isso de lado.

Deixe a garrafa,
os maços,
os canudos e
os sacos plásticos com os
dizeres:

"Mulher do brabo".

Deixe os amigos do pó em seu clube, deixe os maníacos depressivos morrerem sozinhos, deixe. Deixe tudo isso de lado.

Se sentir bem é a grande jogada. Só que sem drogas, sem ácool, sem cigarros, sem putas e sem qualquer coisa que te suga em algum lugar no tempo, A diversão é importante, mas será que só existe diversão nisso tudo? Creio que não. Não me lembro a úiltima vez que me divertir tanto sem tomar uma gota de álcool. Bem, eu acho que me lembro. Mas não é importante, ela nunca vai ligar.

Mas NUNCA -escute bem, seu filho da puta-, NUNCA FAÇA AS MUDANÇAS por alguém. Nunca vai funcionar.

Deixe tudo de lado, principalmente quando tudo isso tiver te afetando, afetando a felicidade. Quando isso tudo que, antes te fazia ter múltiplos orgasmos, só te trazer tédio e vontade de vomitar. Bem, chegou a hora. Peça desculpas para o clube, peça desculpas a si mesmo. E vá embora. Lute com todas as forças. O Suor sempre vai vir, mas você tem que ser mais forte que todas as ondas de loucura. Olhe para a televisão, e veja que ela já não irá explodir. Não corra, você está consigo mesmo, de alguma maneira. Mas não corra.

GRITE, GRITE o mais forte possível para que todos escutem que você é mais forte que qualquer vício ou vontade.

E depois disso tudo, corra alegremente entre as ruas por um sábado as oito para conseguir chegar a tempo dos estudos bíblicos. Bem, você nunca vai entender isso direito. Mas é o amor.

Só existem duas coisas para te fazer mudar: o amor próprio, e o amor único.

sábado, 1 de outubro de 2011

O amor, o "quase-amor" e a caixa de benflogin!

Eu estava cada vez mais envolvido com as minhas escritas! Tinha abandonado totalmente as ficções e estava apenas escrevendo minhas coisas. Coisas chatas, muitas das vezes. E nem me importava. Não escrevia para o público ou crítica. Escrevia apenas para não enlouquecer. Como disse Bukowski "Essas palavras que escrevo, me salvam da completa loucura". E é exatamente isso, eu estou ficando cada vez mais louco. Ficando sem saber o que falar, sem saber o que fazer. Estou ficando cada vez mais louco, cada vez mais sem ação. Todos os meus planos são furados por mim mesmo. É como se eu, em algum lugar do tempo, ficasse me boicotando! Meus sonhos, os sonhos de verdade, estão longe. Em outro bairro. E fico imaginando que tipo de coisa ele esteja fazendo. Estudando, rindo, chorando, ou se está com frio ou fome. Bem, eu poderia esquentá-la, poderia alimentá-la com o meu amor. Ou quase isso, sei lá. Eu sei que a putaria me rendeu boas histórias, as drogas me renderam boas experiências, o álcool, bem, esse rendeu amigos e diversas histórias engraçadas e ÚNICAS! Eu tenho vinte e um anos, sou novo como um bebê ainda, mas conheço muito mais coisas que qualquer um aqui. E vivi muito mais coisas TAMBÉM. Mas nada me marcou tanto como as mulheres. As mulheres e essas essências especiais me marcaram de uma maneira ÚNICA! Lembro-me de cada perfume, de cada detalhe, de cada pele... E de cada foda, é claro. Algumas mulheres não precisavam foder comigo para me fazer gozar. Essas são as que eu mais me lembro. Mas as que me faziam gozar fodendo, eu me lembro também. Lembro de tudo. Para alguma dessas pessoas, eu deveria pedir desculpas. Sim, fui grande filho da puta na maioria das vezes. Mas isso era uma tentativa incansável de encontrar o meu amor. De encontrar a felicidade imutável. Na realidade, era a procura pelo sentido da vida. Acredito que o real sentido é o amor. O amor verdadeiro e único. Que nos fazem chorar e nos acalmam. Bem, eu encontrei esse amor. É o meu sonho. E encontrei milhares de “quase-amor”. Eu não sou completo por não estar ao lado do amor. E de nenhum “quase-amor”, se bem que não quero “quase-amor”, quero o AMOR! Eu estou sozinho. Bêbado e sem drogas. A vida perdeu um pouco de sentido. Estou estudando e trabalhando. Vivendo uma vida tediosa. Querendo encontrar verdades para me sentir bem no meio dessa mentira toda.

Penso, penso e penso em ligar para o amor. Saber de seus traumas e suas felicidades. Bem, eu quero saber dos traumas, mas quero saber ainda mais de suas felicidades. Quero ser, sua felicidade.

O dia já é quase noite, e ainda tenho que correr atrás de algumas caixas de benflogin.

sábado, 24 de setembro de 2011

E eu apenas queria dormir. Apenas.

Eu sou a bomba do mundo, é isso que eu penso enquanto deito para mais um pesadelo. Os cachorros e gatos estão brigando o tempo todo, como aqueles dois povos lá longe. Bem, não quero saber sobre tudo, o tudo não me importa. Quero apenas um vasilha cheia de conhecimento. Queria também apagar todos os sentimentos "rotineiros", apenas deixar os imutáveis. Aqueles que fazem a gente perder totalmente a vergonha ou noção de certas coisas. Como por exemplo, levar flores numa segunda feira chuvosa, ou numa sexta, ou sei lá, tanto faz, o dia não é importante. Mas e o que importa de verdade?
Tomo o terceiro remédio, e o sono ainda não vem. Ou talvez o medo não faça com que o sonho venha. Fico aqui, mexendo em meus livros e escritos particulares. São tudo lixo, menos os livros que são dos melhores. Bukowski, Kerouac, Pessoa e tudo mais. MEus escritos me dão ansia de vômito muito das vezes. Não por serem ruim em sua totalidade. Mas os sentimentos que eles me fazem ter é algo que NUNCA conseguirei descrever.
Fico lembrando do meu passado, do sorriso e das risadas em frente a igreja. Nossa, aquilo não era um inferno pra mim. Mesmo sendo ateu, me sentia bem. Afinal, seu sorriso era impagável. Lembro de um monte de coisa, e hoje só me resta lembrar mesmo.

Pego no sono, e o pesadelo pega em mim. Essa é a minha tortura diária.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Uma realidade que se mistura com um sonho que se mistura com um balde de merda!

Uma criança gritava. E eu ignorava no meu belo sono. Não morava com nenhuma criança. Então: Foda-se! Mas eis que ela entra no meu quarto chamando-me de papai e gritando mamãe. Olhei para o meu lado e lá estava a "mamãe". Bem, aquilo me assustou pra caralho. Meu braço estava cheio de tatuagens e tudo mais. E a mamãe era linda. Nossa! Já tinha passeado com ela algumas vezes, mas não me lembr de ter perdido tanta coisa.
A criança se sentou no nosso meio.

- Mamãe, canta uma canção para eu dormir? Estou com medo!

Porra, isso era tão cliche, mas tão lindo que me comoveu.

- Só se o seu pai deixar. Ele não costuma gostar de música para dormir.

- Pode, papai?

-Claro, foi o que eu respondi.

E a mamãe me beijo. Foi um beijo de total amor e felicidade. Com tesão e todas as coisas que cabem em um único beijo.

E como se estivesse uma pequena caixa de som dentro da boca dela, ela comçou a cantar Belchior. PORRA, poucas pessoas sabem desse meu gosto. E ela cantava para a criança que adormecia. E eu ficava encantado com aquilo. Mas ao mesmo tempo me transtornou. Que diabos está acontecendo aqui?
Como me casei?
Como tive filha?
Como estou aqui, vivo ainda?
O que diabos anda acontecendo aqui? QUE DIABOS???

Fui para a cozinha, a mulher ficou sem entender. Mas fui.
Procurei um cigarro, e nada. Nem isqueiro, nem nada. Será que eu não fumo mais? Procurei alguma dose de algo bem forte para acordar. Advinha? Nada novamente. Porra,QUE DIABOS ESTÀ ACONTECENDO AQUI?

A mulher chega perto de mim, com um pijama ENLOUQUECEDOR!

- O que houve contigo? Ela perguntou.
- Nada, nada mesmo.
- Você está estranho.
- É a falta de sono, só isso.
- Mas você não sofre de insônia.
- Bem, não mais, sei lá. Não me lembro de muita coisa.
- Vamos dormir, talvez amanhã você melhore.

Concordei, e fui dormir. Antes, fizemos um bom sexo no sofá. Coisa de filme pornográfico. Rolando de tudo. Muito sinistro. E depois dormimos.


Acordei e... queria que aquilo tudo fosse real. Mas não era. Apenas fiquei com meus cigarros, cervejas e alguns canudos velhos. É, a vida real muitas vezes é um balde de merda.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Baseados e fodas!

Era fim de uma manhã qualquer, os dias eram nublados naquela época. Eu precisava beber e não tinha um puto no bolso, como era de costume. Consegui falar com uns amigos de Quintino, pulei a estação e fui pra lá. Fomos para o pior bar que existia, o mais sujo, com os piores frequentadores. Era sujo, o bar fedia a merda que eram aquelas pessoas.

Bem, éramos quatro. Jack, Charles, Chuck e eu. Estávamos com tudo. Meia garrafa de vodka e muitas cervejas. Nesse tempo eu nem pensava em ser um cara legal. Era o mais escroto, mais sujo e me achava o tal. Sempre tinha umas minas para levantar toda a minha moral. Fumava uns baseados no quarto, curtia a vida de um jeito SINISTRO (vamos falar assim)!

Voltandoooo aos fatos! Éramos quatro, uma garrafa de vodka barata e algunas mulheres horríves. MUITO RUINS MESMO! Coisa bizarra. Faltando dente, faltando dedo, faltando roupa, faltando tudo! Faltando até cabelo. Mas estávamos em quatro, e a vodka. Queríamos que todos fossem se foder. Éramos quatro! E a vodka!

Bebíamos como os melhores. E por hora, éramos os melhores. Não importava naquela no fim do mundo. Não importava nada ali! Enfim, acabamos com a garrafa falando sobre as merdas que andávamos fazendo. Jack sempre falava que estava para curtir a estrada novamente:

- Eu vou sair por aí, curtindo a vida e comendo algumas putas.

Bem, e o Charles não queria fazer nada:

- Eu odeio toda essa merda, essa vida de merda, essas pessoas e esses trabalhos ridículos.

E o Chuck só ficava falando sobre como a vida poderia mudar para qualquer um a qualquer hora:

- Eu posso ser um cara rico daqui a vinte minutos.

Bem, os vinte minutos sempre passavam e ele continuava na mesma merda.

E continuávamos a beber. Mais uma garrafa de vodka, mais cervejas baratas e as piores músicas e mulheres. Resolvemos acender o "treco" ali mesmo. Começamos a ficar chapados demais. JAck começou a vomitar, e nós ríamos. Nós e a vodka! Ríamos feito loucos. E foi daí em diante que o caos aconteceu.

Quero dizer, ninguém sabe se foi realmente o caos. Ninguém se lembra de muita coisa. Eu por exemplo não me lembro de nada! Mas como toda noite acaba, acordei! E aí começou meu desespero!

Acordei ao lado de uma das mulheres do bar. A sem dente e com o cabelo meio que estranho. Parecia que tinha queimado uma boa parte. Acordei com uma dor de cabeça inexplicável. Abri os olhos e vi aquela "coisa"! Levantei no maior sapatinho, coloquei a roupa (estava totalmente nu. isso me assustou pra caralho!) e sai da casa.

"Puta que pariu, fodeu!"

Foi exatamente isso que eu pensei! Não fazia idéia de onde eu estava. Eram blocos de apartamentos. Todos iguais! Eu dei uma volta pelo quarteirão, dei outra volta e NADA. não fazia idéia de onde eu estava. Bem, só me restava uma coisa a se fazer...

VOLTAR PARA O APARTAMENTO da louca!

Nem sabia se era louca realmente, mas me assustava!

Entrei, procurei alguma coisa pra comer, achei meio bife em cima da mesa, e foi aquilo mesmo que comi. Liguei a televisão e não tinha nada de bom pra ver. Aí ela (acho que o nome Mônica, mas todos a chamavam de "buceta fumegante", por trás dela, é claro!) acordou.

- E aí, meu pequeno principe sujo! Dormiu bem?
- Sim! Eu não me lembro, mas só de estar inteiro já é algo de bom!

Então ela tira de dentro de uma bolsa de esmaltes um bom fumo. Apertado e tudo já!

- Vamos? Vamos fumar um e depois foder um pouco?

"Bem, já estou aqui, fodido! Então, já fodi uma vez, não há nada de errado em foder de novo!"

- Claro, que mal tem?

E eu me lembro de uma coisa, foi um sexo e tanto. Mesmo ela tendo uns dentes a menos, foi bom! E fazia sentido o apelido dela! Nunca mais a vi, e aprendi a beber um pouco menos!

sábado, 9 de julho de 2011

Quando se encontra a felicidade, nem qualquer buceta pode mudar isso!

Bem, eu estava me preparando para encontrar a felicidade. E isso era tudoi que eu precisava antes de ir trabalhar. E antes isso não significava nada. A felicidade era estar por dentro de alguma menina. Mas as coisas mudaram um mocado, pelo menos pra mim. Meu sentimento é bem mais forte que o meu pau! E esse tem umas idéias bem sinistras!

Enfim, voltando ao que tava falando. Então eu tava todo bobo, todo animado, e nem tava ligando de ter que ir trabalhar. Mas eis que meu telefone toca. É uma mina que eu tinha um puta tesão. Fiquei com ela alguns anos atrás quando ela era bem nova. E agora ela cresceu, e tava toda "delícia"!

- Castelano?
- Oi, Beth (nome nada real)!
- Passa aqui em casa?
- Mas eu estou no msn, fala comigo por lá!
- Não, passa aqui em casa.
- ok!

Bem, sabia que tinha algo de errado. Mas achei que ela queria desabafar sobre o namoro ou outra coisa do tipo. Eu já não sou o corpo mais sensual do mundo. Nunca espero nada sexual.

Me arrumei e estava indo pra ver a felicidade, aproveitei para passar na casa da Beth que era no caminho. Liguei para Beth, ia pedir para me esperar no portão para eu não perder tempo. E ela simplesmente não me atendeu! Bem, já que estava quase na rua dela, vamos até lá!

Toquei o interfone, toquei de novo, e na terceira vez ela atende:

- Quem é?
- Castelano, pode vir aqui que eu estou com pressa?
- Entra logo, não posso ir no portão!

Fchado, o portão abriu e lá fui eu. Já conhecia a casa dela, então foi fácil chegar até a sala. Então quando eu estou ali, na sala, o que acontece? Ela aparece de sei lá aonde, INFERNO, e TOTALMENTE PELA!

- Que porra é essa? - Única coisa que eu consegui falar.
- Eu sempre soube que queria me comer. Eis sua chance.

E advinha o que eu fiz? ADVINHA? Dei meia volta e fui embora. Fui me encontrar com a felicidade.

MAS PORRA, como assim? As meninas de peitos e bundas gostosas não se valorizam mais? Beleza, fazer isso é bom pra caralho, mas quando você tme um relacionamento com o cara. E no passado, eu iria adorar aquilo. Nossa, ia amar MESMO. Mas hoje em dia eu amo outras coisas. Não que eu ainda não goste de sexo, sexo é uma das coisas que mais me deixam FELIZES. Mas na boa? Cansei de fazer sexo por fazer. Eu coloquei uma meta, e estou seguindo. E agradeço a todos os rostos estranhos que acordaram na minha cama. Vocês fazem parte da minha história.

E só, desse dia pra frente, eu estou escrevendo uma nova história no mesmo livro!


É isso, se valorizem pessoas. Se valorizem.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Vejo bucetas e paus voando numa chuva incansável!

Bem, esse mundo anda mudando cada vez mais. Eu ainda me lembro de algumas coisas da minha infância, a dificuldade que era para conseguir comer alguém. Bem, aquele tempo já era. Hoje é um chuva de buceta por cima de paus. E não é somente o sexo que andou mudando. As pessoas mudaram também. Mudaram para pior. Elas já não sabem falar seu próprio idioma e vão tentar estudar outro. Mas que sentindo faz isso? Sinceramente, não consigo entender nada disso. Parece uma masturbação cultural de merda! Bem, a televisão virou o maior meio de manipulação. O Chaves acabou, os Trapalhões morreram (inclusive o DIDI).

Bem, o que eu quero dizer com isso tudo? Quero dizer que a falsidade hoje em dia é o melhor meio de subir na vida. As pessoas esperam a mentira, vivem na mentira. Vivem tanto, que acabam esquecendo de quem são elas mesmo. São sexos falsos, trabalhos falsos, amizades falsas, rostos e peitos e bundas e tudo falsos. Eu não sei vocês, mas eu não suporto essas coisas. Prefiro muito mais um peitinho pequeno e natural, do que um BEMMMMM grande e sendo aquela coisa estranha. Bem, eu já toquei num, sei qual é a diferença.

E só para constar, vocês podem gostar dessa mudança total. Mas eu fico pensando, PORRA, crianças chupam paus que elas nunca viram antes. CRIANÇAS! E eu não sou santo, não sou mesmo. Já estive dentro de muita criança, já fiz todo tipo de bricandeira (héteramente falando). E, sabe o que eu ganhei com isso? Apenas histórias. E não de amor. E hoje em dia eu acredito que falta um pouco mais de amor. Falta MUITO amor nessa vida toda. É isso que eu acho!

E eu iria falar sobre o amor. Bem, eu tive a idéia do primeiro post sobre o amor. Mas sabe como é a minha mente, né? Muda de pensamento muito mais rápido do que eu espero.

Enfim, boa tarde!